Igrejas independentes que não descem de um galho único. Costumam misturar heranças — governo de um lado, estilo de culto de outro — e não veem nisso um problema.
De comunidade: o nome que muitas delas escolhem para si, evitando a palavra igreja no sentido institucional.
Varia de comunidade para comunidade. É a própria igreja quem descreve no que crê.
Em geral informal, com banda, linguagem cotidiana e organização em grupos pequenos nas casas.
Deixou de se definir por uma herança única e passou a se definir pela comunidade local e pela cultura de quem a frequenta.
Informalidade é quase uma marca: roupa livre, linguagem cotidiana, culto sem liturgia fixa. A vida da igreja acontece tanto no domingo quanto nos grupos que se reúnem em casas durante a semana.
Não há restrição alimentar de doutrina.
Poucos e discretos, por escolha: em geral só a cruz, e em muitos lugares nem isso.
Banda e louvor contemporâneo, muitas vezes com repertório internacional traduzido.
Domingo, com grupos pequenos no meio da semana.
Costume não é doutrina. O que está aqui varia de congregação para congregação, de região para região e de geração para geração — e muita coisa que já foi regra hoje é escolha de cada comunidade.
Muitas dessas igrejas evitam de propósito a palavra "igreja" no nome, preferindo "comunidade" — uma escolha que diz muito sobre como querem ser vistas.
As mesmas coisas têm nomes diferentes em cada tradição. Saber o nome certo é o primeiro passo para entender de dentro.
Este é o galho honesto da árvore. Forçar uma igreja independente para dentro de um galho histórico é o erro que mais gera reclamação — aqui ela tem lugar próprio, e ela mesma se classifica.
Isto é exemplo, para você se localizar — não é o assunto da página. O site fala de doutrina, não de igreja.