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1Então juntou Salomão os anciãos de Israel, e a todos os chefes das tribos, e aos príncipes das famílias dos filhos de Israel, ao rei Salomão em Jerusalém para trazer a arca do pacto do SENHOR da cidade de Davi, que é Sião.
2E se juntaram ao rei Salomão todos os homens de Israel no mês de Etanim, que é o mês sétimo, no dia solene.
3E vieram todos os anciãos de Israel, e os sacerdotes tomaram a arca.
4E levaram a arca do SENHOR, e o tabernáculo do testemunho, e todos os vasos sagrados que estavam no tabernáculo; os quais levavam os sacerdotes e levitas.
5E o rei Salomão, e toda a congregação de Israel que a ele se havia juntado, estavam com ele diante da arca, sacrificando ovelhas e bois, que pela abundância não se podiam contar nem numerar.
6E os sacerdotes puseram a arca do pacto do SENHOR em seu lugar, no oráculo da casa, no lugar santíssimo, debaixo das asas dos querubins.
7Porque os querubins tinham estendidas as asas sobre o lugar da arca, e assim cobriam os querubins a arca e suas varas por encima.
8E fizeram sair as varas, de maneira que as extremidades das varas podiam ser vistas desde o santuário diante do compartimento interno, mas não se viam desde fora: e assim ficaram até hoje.
9Na arca nenhuma coisa havia mais das duas tábuas de pedra que havia ali posto Moisés em Horebe, de onde o SENHOR fez a aliança com os filhos de Israel, quando saíram da terra do Egito.
10E quando os sacerdotes saíram do santuário, a nuvem encheu a casa do SENHOR.
11E os sacerdotes não puderam estar para ministrar por causa da nuvem; porque a glória do SENHOR havia enchido a casa do SENHOR.
12Então disse Salomão: o SENHOR disse que ele habitaria na escuridão.
13Eu edifiquei casa por morada para ti, assento em que tu habites para sempre.
14E virando o rei seu rosto, abençoou a toda a congregação de Israel; e toda a congregação de Israel estava em pé.
15E disse: Bendito seja o SENHOR Deus de Israel, que falou de sua boca a Davi meu pai, e com sua mão o cumpriu, dizendo:
16Desde o dia que tirei meu povo Israel do Egito, não escolhi cidade de todas as tribos de Israel para edificar casa na qual estivesse meu nome, ainda que escolhi a Davi para que presidisse em meu povo Israel.
17E Davi meu pai teve no coração edificar casa ao nome do SENHOR Deus de Israel.
18Mas o SENHOR disse a Davi meu pai: Quanto a haver tu tido no coração edificar casa a meu nome, bem fizeste em ter tal vontade;
19Porém tu não edificarás a casa, mas sim teu filho que sairá de teus lombos, ele edificará casa a meu nome.
20E o SENHOR verificou sua palavra que havia dito; que me levantei eu em lugar de Davi meu pai, e sentei-me no trono de Israel, como o SENHOR havia dito, e edifiquei a casa ao nome do SENHOR Deus de Israel.
21E pus nela lugar para a arca, na qual está o pacto do SENHOR, que ele fez com nossos pais quando os tirou da terra do Egito.
22Logo Salomão se pôs diante do altar do SENHOR, na presença de toda a congregação de Israel; e estendeu suas mãos para os céus,
23Disse: Ó SENHOR, Deus de Israel, não há Deus como tu, nem acima nos céus nem abaixo na terra, que guardas o pacto e a misericórdia aos teus servos que andam com todo o seu coração diante de ti;
24que guardaste ao teu servo Davi, meu pai, o que lhe disseste: pois com a tua boca o disseste, e com a tua mão o cumpriste, como hoje se sucede.
25Agora, pois, ó SENHOR Deus de Israel, guarda ao teu servo Davi, meu pai, o que lhe prometeste, dizendo: Não te faltará sucessor diante de mim que se assente no trono de Israel; contanto que os teus descendentes guardem o seu caminho para andarem diante de mim como tu andaste diante de mim.
26Portanto agora, ó Deus de Israel, cumpra-se a tua palavra que disseste ao teu servo Davi, meu pai.
27Mas, na verdade, haveria Deus de habitar na terra? Eis que os céus, e até o céu dos céus, não te podem conter; quanto menos esta casa que eu edifiquei!
28Contudo, volta-te à oração do teu servo, e à sua súplica, ó SENHOR, meu Deus, para ouvires o clamor e a oração que o teu servo faz hoje diante de ti.
29Que teus olhos noite e dia estejam abertos sobre esta casa, sobre este lugar do qual disseste: Meu nome estará ali; e que ouças a oração que teu servo fizer neste lugar.
30Ouve, pois, a oração do teu servo, e do teu povo Israel; quando orarem neste lugar, também tu ouve no lugar da tua habitação nos céus; que ouças e perdoes.
31Quando alguém pecar contra o seu próximo, e lhe impuserem um juramento de maldição, e o juramento de maldição vier diante do teu altar nesta casa,
32ouve tu nos céus, age, e julga teus servos, condenando ao culpado, fazendo recair o seu proceder sobre a sua cabeça, e inocentando ao justo, para dar-lhe conforme a sua justiça.
33Quando teu povo Israel for derrotado diante do inimigo, por haver pecado contra ti, e a ti se converterem, e confessarem o teu nome, e orarem, e suplicarem a ti nesta casa,
34ouve tu nos céus, e perdoa o pecado do teu povo Israel, e traze-os de volta à terra que deste aos seus pais.
35Quando os céus se fecharem, e não chover, por terem pecado contra ti, e orarem voltados a este lugar, e confessarem o teu nome, e se converterem do pecado deles, quando tu os afligires,
36ouve tu nos céus, e perdoa o pecado dos teus servos e do teu povo Israel, ensinando-lhes o bom caminho em que devem andar; e dá chuva na tua terra que deste ao teu povo por herança.
37Quando nesta herra houver fome, ou pestilência, ou ferrugem, ou mofo, ou gafanhoto, ou pulgão, quando o seu inimigo o tiverem cercados na terra de suas cidades; qualquer praga ou doença,
38toda oração e toda súplica que qualquer homem, ou todo o teu povo Israel fizer , quando qualquer um reconhecer a ferida de seu coração, e estender suas mãos para esta casa,
39ouve tu nos céus, o lugar de tua habitação, e perdoa, age, e dá a cada um conforme a todos os seus caminhos, cujo coração tu conheces (porque somente tu conheces o coração de todos os filhos dos homens),
40para que te temam todos os dias que viverem na terra que deste aos nossos pais.
41Também o estrangeiro, que não for do teu povo Israel, vier de terras distantes por causa do teu nome,
42(porque ouvirão do teu grande nome, e da tua mão forte, e do teu braço estendido), e vier orar voltado a esta casa,
43ouve tu nos céus, o lugar da tua habitação, e faze conforme a tudo o que o estrangeiro a ti clamar, a fim de que todos os povos da terra conheçam o teu nome, e te temam como o teu povo Israel, e saibam que o teu nome é invocado sobre esta casa que eu edifiquei.
44Quando o teu povo sair em batalha contra o seu inimigo, pelo caminho que os enviares, e orarem ao SENHOR, voltados à cidade que tu escolheste, e a esta casa que eu edifiquei ao teu nome,
45ouve, então, nos céus a sua oração e a sua súplica, e faze-lhes justiça.
46Quando pecarem contra ti (porque ninguém há que não peque) e te irares contra eles, e os entregares ao inimigo, para que os prendam e os levem à terra do inimigo, esteja longe ou próxima,
47e na terra onde forem levados cativos eles caírem em si, e se converterem, e te suplicarem na terra do seu cativeiro, dizendo: Pecamos, praticamos perversidade, cometemos maldade;
48e se converterem a ti com todo o seu coração e com toda a sua alma, na terra do seus inimigos que os levaram cativos, e orarem a ti voltados à sua terra, que deste a seus pais, à cidade que tu escolheste e a casa que edifiquei ao teu nome;
49Tu ouvirás nos céus, na habitação de tua morada, sua oração e sua súplica, e lhes farás direito;
50E perdoa ao teu povo que houver pecado contra ti, e todas suas transgressões com que se houverem rebelado contra ti; e concede-lhes misericórdia da parte dos que os teem cativos, para que tenham compaixão deles.
51Porque eles são o teu povo e a tua propriedade, que tiraste do Egito, do meio do forno de ferro.
52Que os teus olhos estejam abertos à súplica do teu servo e à súplica do teu povo Israel, a fim de os ouvires em tudo pelo qual clamarem a ti.
53Pois tu os separaste de todos os povos da terra para que fossem propriedade tua, como o disseste por meio do teu servo Moisés, quando tiraste os nossos antepassados do Egito, ó Senhor DEUS.
54E sucedeu que, quando Salomão acabou de fazer ao SENHOR toda esta oração e súplica, estando de joelhos e com as mãos estendidas aos céus, levantou-se de diante do altar do SENHOR;
55pôs-se de pé, e abençoou a toda a congregação de Israel, dizendo em alta voz:
56Bendito seja o SENHOR, que deu repouso ao seu povo Israel, conforme a tudo o que disse; nenhuma palavra falhou de todas as suas boas promessas que falou por meio de seu servo Moisés.
57Seja conosco o SENHOR, nosso Deus, como foi com nossos antepassados; que ele não nos desampare, nem nos deixe;
58mas incline os nossos corações a ele, para que andemos em todos os seus caminhos, e guardemos os seus mandamentos, seus estatutos e suas ordenanças, os quais ele prescreveu aos nossos antepassados.
59E que estas minhas palavras com que supliquei diante do SENHOR estejam próximas do SENHOR, nosso Deus, de dia e de noite, para que ele proteja a causa de seu servo, e a causa de seu povo Israel, cada coisa em seu dia;
60a fim de que todos os povos da terra saibam que o SENHOR é Deus, e que não há outro.
61Seja, pois, o vosso coração íntegro com o SENHOR, nosso Deus, para andardes nos seus estatutos, e guardardes os seus mandamentos, como hoje.
62Então o rei, e todo Israel com ele, ofereceram sacrifícios diante do SENHOR.
63E Salomão sacrificou por sacrifícios pacíficos, os quais ofereceu ao SENHOR vinte e dois mil bois, e cento vinte mil ovelhas. Assim o rei e todos os filhos de Israel dedicaram a casa do SENHOR.
64Naquele mesmo dia o rei consagrou o meio do pátio que ficava diante da casa do SENHOR; porque ali ofereceu os holocaustos e as ofertas de cereais, e a gordura das ofertas pacíficas; porque o altar de bronze que estava diante do SENHOR era muito pequeno para caber nele os holocaustos, as ofertas de cereais, e a gordura das ofertas pacíficas.
65Naquele tempo Salomão celebrou a festa, e com ele todo Israel, uma grande congregação, vinda desde como Lebo-Hamate até o rio do Egito, perante o SENHOR, nosso Deus, por sete dias e mais sete dias, isto é, por catorze dias.
66E no oitavo dia despediu ao povo; e eles, bendizendo ao rei, foram-se às suas moradas alegres e jubilosos de coração por todo o bem que o SENHOR havia feito ao seu servo Davi, e ao seu povo Israel.
1Então Salomão mandou chamar a Jerusalém todos os líderes de Israel, os líderes das tribos e os chefes das famílias israelitas a fim de verem a mudança da arca da aliança do Senhor, do Tabernáculo em Sião, a Cidade de Davi, para o templo.
2Esse acontecimento se deu na ocasião da Festa dos Tabernáculos, no mês de outubro, quando todos os homens se reuniram com o rei Salomão.
3Durante as festas, os sacerdotes levaram
4a arca e o Tabernáculo para o templo, junto com todos os vasos sagrados que antes haviam estado no Tabernáculo. Os sacerdotes e os levitas levaram tudo isso para o templo.
5O rei Salomão e todo o povo de Israel se reuniram diante da arca e ofereceram sacrifícios de ovelhas e de bois; eram tantos os animais que nem puderam ser contados.
6Os sacerdotes levaram a arca do Senhor para o santuário interno do templo, o Lugar Santíssimo, e a colocaram debaixo das asas dos querubins.
7Os querubins foram feitos de tal maneira que as suas asas abertas cobriam o lugar onde a arca foi colocada. Portanto, agora as asas dos querubins protegiam a arca e os varais que serviam para transportála.
8Os varais eram tão compridos que passavam além dos querubins e podiam ser vistos do santuário fora do Lugar Santíssimo, mas não podiam ser vistos do pátio exterior; eles estão ali até o dia de hoje.
9Na arca havia só as duas tábuas de pedra que Moisés tinha colocado ali, no monte Horebe, na ocasião em que o Senhor fez a aliança com os israelitas, depois que saíram do Egito.
10Enquanto os sacerdotes se retiravam do santuário, uma nuvem brilhante encheu o templo do Senhor!
11Os sacerdotes não puderam desempenhar os seus serviços, porque a glória do Senhor encheu todo o templo!
12Então o rei Salomão fez esta oração: “O Senhor disse que moraria em trevas espessas!
13Mesmo assim, eu construí para o Senhor uma linda casa na terra, um lugar para o Senhor morar para todo o sempre”.
14Então o rei virou-se e olhou para todo o povo enquanto estavam em pé diante dele, e abençoou todos.
15E disse: “Bendito seja o Senhor, o Deus de Israel, que fez hoje o que ele prometeu a meu pai Davi, quando disse:
16‘Quando eu trouxe o meu povo do Egito, não indiquei nenhuma cidade das tribos de Israel para construir o meu templo, mas escolhi um homem, o rei Davi, para ser o guia do meu povo’.
17“Meu pai Davi tinha no coração o desejo de construir um templo em nome do Senhor, o Deus de Israel,
18porém o Senhor disse a ele: ‘Estou contente porque você teve um plano de construir um templo em honra ao meu nome,
19porém não será você que o construirá, e sim o seu filho que construirá um templo em honra ao meu nome’.
20“E o Senhor fez o que prometeu: Sou o sucessor do meu pai Davi, como rei de Israel, e agora ocupo o trono de Israel, como o Senhor havia prometido, e construí este templo para o nome do Senhor, o Deus de Israel.
21E eu preparei um lugar no templo para a arca, na qual estão as tábuas da aliança do Senhor, aliança feita pelo Senhor com nossos pais na ocasião em que ele os tirou da terra do Egito”.
22Então, enquanto todo o povo observava, Salomão se pôs em pé diante do altar do Senhor, com as mãos erguidas para o céu,
23e orou: “Ó Senhor, Deus de Israel, não há Deus igual ao Senhor no céu e na terra, porque o Senhor guarda a aliança de amor com os seus servos, que de todo o coração procuram fazer a sua vontade.
24O Senhor cumpriu hoje a promessa feita a meu pai Davi, que era seu servo.
25“E agora, ó Senhor, Deus de Israel, cumpra a outra promessa que fez ao seu servo Davi, meu pai, quando disse: ‘Você nunca deixará de ter, diante de mim, um dos filhos que siga os meus caminhos e procure fazer a minha vontade como você tem feito; sempre haverá um deles sentado no trono de Israel’.
26Sim, ó Deus de Israel, cumpra essa promessa que falou ao seu servo Davi, meu pai.
27“Mas, será que é possível que Deus realmente more na terra? Pois os céus e os mais altos céus são pequenos para o Senhor caber neles, e muito menor é este templo que eu fiz.
28No entanto, ó Senhor, meu Deus, o Senhor tem ouvido a oração do seu servo e respondido a ela. Ouça o clamor e a oração que o seu servo faz hoje na sua presença.
29Que os seus olhos estejam sobre este templo, lugar onde prometeu morar, de dia e de noite, para que ouça a oração que o seu servo fizer voltado para este lugar.
30Ouça os pedidos do seu servo e de Israel, o seu povo, sempre que voltarmos o rosto para este lugar e orarmos; sim, ouça nos céus, lugar da sua habitação, e quando ouvir, dê-nos o seu perdão.
31“Se um homem for acusado de pecar contra o seu próximo e depois, estando aqui diante do seu altar, jurar que ele não fez tal coisa,
32ouça dos céus e faça o que for certo; julgue os seus servos; condene o culpado, fazendo recair sobre ele a consequência do seu proceder, e declare sem culpa o inocente, retribuindo-lhe segundo o seu merecimento.
33“E quando o seu povo pecar e os inimigos do seu povo o derrotarem, e ele se voltar para o Senhor e invocar o seu nome, orando e suplicando ao Senhor neste templo,
34ouça dos céus os seus filhos e perdoe o pecado do seu povo, faça que eles voltem de novo a esta terra que o Senhor deu aos seus pais.
35“E quando os céus se fecharem e não houver chuva por causa do pecado do seu povo contra o Senhor, e o seu povo orar voltado para este lugar, invocar o seu nome e confessar o seu nome e afastar-se do seu pecado depois de os haver castigado,
36ouça dos céus e perdoe o pecado dos seus servos, do seu povo Israel, ajude os seus filhos a seguirem nos bons caminhos em que devem andar, e envie chuva sobre a terra que o Senhor deu por herança ao seu povo.
37“Se houver fome na terra causada por praga, por ferrugem ou mofo, por gafanhotos e lagartas, ou se os inimigos de Israel cercarem uma das suas cidades, ou se o povo for atingido por alguma epidemia ou praga,
38então, quando alguém do povo reconhecer que pecou e orar e suplicar por misericórdia estendendo as suas mãos na direção deste templo,
39ouça dos céus, o lugar da sua habitação. Perdoe os seus filhos e aja, respondendo a todos os que fizerem uma confissão sincera; porque o Senhor conhece o coração de cada um.
40Deste modo eles sempre aprenderão a temer o Senhor enquanto continuarem a viver nesta terra que o Senhor deu aos seus antepassados.
41“E quando os estrangeiros, os que não pertencem a Israel, o seu povo, ouvirem falar do seu grande nome e vierem de terras distantes para adorar o Senhor —
42porque eles ouvirão falar do seu grande nome e dos poderosos milagres — e orarem voltados para este templo,
43ouça da sua morada nos céus, o lugar da sua habitação, a essas pessoas e responda às orações que fizerem. E todas as nações da terra vão conhecer e vão temer o seu nome, assim como o seu próprio povo Israel conhece e teme o seu nome; e toda a terra vai ficar sabendo que este é o seu templo, onde o seu nome é invocado.
44“Quando enviar seu povo para a guerra contra os seus inimigos e o seu povo orar ao Senhor, olhando para a cidade de Jerusalém, que o Senhor escolheu, e para este templo, que edifiquei ao seu nome,
45ouça as orações e súplicas que eles fizerem, e dê a eles o auxílio de que precisam.
46“Se eles pecarem contra o Senhor, e não há ninguém que não peque, e o Senhor ficar irado com eles, deixando que os inimigos os levem como escravos para alguma terra estrangeira, seja perto ou longe;
47se eles pensarem bem no que fizeram e se arrependerem e clamarem ao Senhor, dizendo: ‘Pecamos, praticamos o que é mal e fomos rebeldes’;
48se eles de todo o coração e toda a alma se converterem ao Senhor e orarem voltados para esta terra que deu aos seus pais e para esta cidade de Jerusalém que o Senhor escolheu, e para este templo que construí ao seu nome,
49ouça as orações e as súplicas que eles fizerem; ouça dos céus onde mora, e venha dar a eles o auxílio de que necessitam.
50Perdoe o seu povo de todas as más ações e transgressões que eles cometerem contra Senhor, e faça que aqueles que os prenderem sejam bondosos, tratando-os com misericórdia;
51pois são o seu povo e a sua herança, que o Senhor tirou do Egito, de uma fornalha de fundição.
52Que os seus olhos estejam abertos, e que os seus ouvidos ouçam as súplicas de Israel, o seu povo. Ó Senhor, ouça e responda aos seus filhos quando eles clamarem ao Senhor,
53porque quando tirou nossos pais da terra do Egito, o Senhor disse ao seu servo Moisés que tinha escolhido Israel dentre todas as nações da terra para ser a sua herança!”
54Salomão estava de joelhos, com as mãos erguidas para os céus. Quando terminou a oração, ele se levantou diante do altar do Senhor
55e, em alta voz, abençoou todo o povo de Israel, dizendo:
56“Bendito seja o Senhor que cumpriu sua promessa e deu descanso ao seu povo Israel; nem uma só palavra falhou de todas as maravilhosas promessas anunciadas por meio do seu servo Moisés.
57Que o Senhor, o nosso Deus, esteja com todos nós como esteve com os nossos antepassados; que ele não nos deixe e jamais nos abandone!
58Que ele nos dê o desejo de nos voltarmos para ele de todo o coração, e de andarmos em todos os seus caminhos e obedecermos a todos os mandamentos, decretos e juízos que ele deu a nossos antepassados.
59E que as palavras da minha súplica ao Senhor estejam sempre diante do Senhor, o nosso Deus, dia e noite, de modo que ele ajude ao seu servo e a todo o Israel, o seu povo, de acordo com as necessidades de cada um.
60Assim, todos os povos de toda a terra saberão que o Senhor é Deus, e que não há nenhum outro.
61Que o coração de vocês seja completamente íntegro para com o Senhor, o nosso Deus; e que vocês sempre obedeçam às suas leis e aos seus mandamentos, assim como fazem neste dia”.
62Então o rei e todo o povo de Israel ofereceram sacrifícios ao Senhor.
63Ele ofereceu em sacrifício de paz um total de vinte e dois mil bois e cento e vinte mil ovelhas! Assim o rei e todos os filhos de Israel fizeram a dedicação do templo do Senhor.
64No mesmo dia, o rei consagrou o centro do pátio em frente do templo do Senhor e ali ofereceu ofertas queimadas, ofertas de cereais e a gordura das ofertas de paz, porque o altar de bronze era muito pequeno para as ofertas queimadas, as ofertas de cereais e a gordura das ofertas de paz.
65Naquela ocasião, Salomão e todo o povo de Israel celebraram a festa diante do Senhor, durante catorze dias, e veio uma grande multidão, de uma extremidade da terra à outra, desde Lebo-Hamate até o ribeiro do Egito.
66Depois Salomão mandou o povo para casa. Eles abençoaram o rei e foram embora com o coração alegre por toda a bondade que o Senhor havia mostrado a seu servo Davi e ao seu povo Israel.
⚠ Esta tradução está em revisão, segundo a própria fonte.
1Então Salomão reuniu os líderes de Israel com todos os chefes das tribos, os príncipes das famílias dos filhos de Israel, diante do rei Salomão em Jerusalém, para trazerem a arca da aliança do SENHOR da cidade de Davi, que é Sião.
2Todos os homens de Israel se reuniram diante do rei Salomão na festa, no mês de etanim, que é o sétimo mês.
3Todos os líderes de Israel vieram, e os sacerdotes levantaram a arca.
4Eles trouxeram a arca do SENHOR, a Tenda do Encontro e todos os utensílios sagrados que estavam na Tenda. Os sacerdotes e os levitas os trouxeram.
5O rei Salomão e toda a congregação de Israel, que havia se reunido a ele, estavam com ele diante da arca, sacrificando ovelhas e bois que não podiam ser contados nem numerados, de tantos que eram.
6Os sacerdotes trouxeram a arca da aliança do SENHOR para o seu lugar, no santuário interior da casa, no lugar santíssimo, debaixo das asas dos querubins.
7Pois os querubins estendiam as suas asas sobre o lugar da arca, e os querubins cobriam a arca e as suas varas por cima.
8As varas eram tão longas que as pontas das varas podiam ser vistas do Lugar Santo, diante do santuário interior, mas não podiam ser vistas de fora. Elas estão lá até o dia de hoje.
9Não havia nada na arca, exceto as duas tábuas de pedra que Moisés colocou lá em Horebe, quando o SENHOR fez uma aliança com os filhos de Israel, quando eles saíram da terra do Egito.
10Aconteceu que, quando os sacerdotes saíram do Lugar Santo, a nuvem encheu a casa do SENHOR,
11de modo que os sacerdotes não podiam permanecer em pé para ministrar por causa da nuvem; pois a glória do SENHOR encheu a casa do SENHOR.
12Então Salomão disse: “O SENHOR disse que habitaria na densa escuridão.
13Certamente construí uma casa para tua habitação, um lugar para habitares para sempre.”
14O rei virou o rosto e abençoou toda a assembleia de Israel; e toda a assembleia de Israel permaneceu em pé.
15Ele disse: “Bendito seja o SENHOR, o Deus de Israel, que falou com a sua boca a Davi, seu pai, e com a sua mão o cumpriu, dizendo:
16‘Desde o dia em que tirei o meu povo Israel do Egito, não escolhi cidade alguma de todas as tribos de Israel para construir uma casa, para que o meu nome estivesse ali; mas escolhi Davi para estar sobre o meu povo Israel.’
17“Ora, estava no coração de Davi, meu pai, construir uma casa para o nome do SENHOR, o Deus de Israel.
18Mas o SENHOR disse a Davi, meu pai: ‘Como estava no seu coração construir uma casa para o meu nome, você fez bem em ter isso no coração.
19Contudo, você não construirá a casa; mas o seu filho, que sairá do seu corpo, ele construirá a casa para o meu nome.’
20O SENHOR confirmou a sua palavra que falou; pois eu me levantei no lugar de Davi, meu pai, e me assento no trono de Israel, como o SENHOR prometeu, e construí a casa para o nome do SENHOR, o Deus de Israel.
21Ali preparei um lugar para a arca, na qual está a aliança do SENHOR, que ele fez com os nossos pais quando os tirou da terra do Egito.”
22Salomão se colocou diante do altar do SENHOR, na presença de toda a assembleia de Israel, e estendeu as mãos para o céu;
23e disse: “Ó SENHOR, Deus de Israel, não há Deus como tu, nos céus em cima, nem na terra embaixo; que guardas a aliança e a misericórdia para com os teus servos que andam diante de ti de todo o coração;
24que cumpriste para com o teu servo Davi, meu pai, aquilo que lhe prometeste. Sim, falaste com a tua boca, e com a tua mão o cumpriste, como se vê neste dia.
25Agora, pois, ó SENHOR, Deus de Israel, cumpre para com o teu servo Davi, meu pai, aquilo que lhe prometeste, dizendo: ‘Nunca te faltará um homem diante de mim para se assentar no trono de Israel, desde que os teus filhos guardem o seu caminho, para andarem diante de mim como tu andaste diante de mim.’
26“Agora, pois, ó Deus de Israel, por favor, que se confirme a tua palavra, que falaste ao teu servo Davi, meu pai.
27Mas será que Deus de fato habitará na terra? Eis que os céus e os céus dos céus não podem te conter; quanto menos esta casa que eu construí!
28Contudo, atenta para a oração do teu servo e para a sua súplica, ó SENHOR meu Deus, para ouvires o clamor e a oração que o teu servo faz diante de ti hoje;
29para que os teus olhos estejam abertos noite e dia sobre esta casa, sobre o lugar do qual disseste: ‘O meu nome estará ali’; para ouvires a oração que o teu servo fizer voltado para este lugar.
30Ouve a súplica do teu servo e do teu povo Israel, quando orarem voltados para este lugar. Sim, ouve nos céus, o lugar da tua habitação; e, quando ouvires, perdoa.
31“Se um homem pecar contra o seu próximo, e lhe for exigido um juramento para fazê-lo jurar, e ele vier e jurar diante do teu altar nesta casa,
32então ouve nos céus, age e julga os teus servos, condenando o ímpio, fazendo recair o seu caminho sobre a sua própria cabeça, e justificando o justo, para lhe retribuir segundo a sua justiça.
33“Quando o teu povo Israel for derrotado diante do inimigo por ter pecado contra ti, se eles se voltarem novamente para ti e confessarem o teu nome, e orarem e fizerem súplicas a ti nesta casa,
34então ouve nos céus, perdoa o pecado do teu povo Israel e traze-os de volta à terra que deste aos seus pais.
35“Quando o céu se fechar e não houver chuva por terem pecado contra ti, se eles orarem voltados para este lugar e confessarem o teu nome, e se desviarem do seu pecado quando tu os afligires,
36então ouve nos céus e perdoa o pecado dos teus servos e do teu povo Israel, ensinando-lhes o bom caminho em que devem andar; e envia chuva sobre a tua terra, que deste ao teu povo por herança.
37“Se houver fome na terra, se houver peste, se houver ferrugem, mofo, gafanhotos ou lagartas; se o inimigo os cercar na terra das suas cidades, qualquer que seja a praga, qualquer que seja a doença que houver,
38toda oração e súplica que for feita por qualquer homem, ou por todo o teu povo Israel, conhecendo cada um a praga do seu próprio coração, e estendendo as mãos para esta casa,
39então ouve nos céus, o lugar da tua habitação, perdoa, age e dá a cada um segundo todos os seus caminhos, cujo coração tu conheces (pois tu, e somente tu, conheces os corações de todos os filhos dos homens);
40para que te temam todos os dias em que viverem na terra que deste aos nossos pais.
41“Além disso, quanto ao estrangeiro, que não é do teu povo Israel, quando ele vier de uma terra distante por causa do teu nome
42(pois ouvirão do teu grande nome, da tua mão poderosa e do teu braço estendido), quando ele vier e orar voltado para esta casa,
43ouve nos céus, o lugar da tua habitação, e faze conforme tudo o que o estrangeiro te pedir; para que todos os povos da terra conheçam o teu nome, para te temerem, assim como faz o teu povo Israel, e para que saibam que esta casa que construí é chamada pelo teu nome.
44“Se o teu povo sair para a batalha contra o seu inimigo, pelo caminho que tu os enviares, e orarem ao SENHOR voltados para a cidade que escolheste, e para a casa que construí para o teu nome,
45então ouve nos céus a sua oração e a sua súplica, e defende a sua causa.
46Se pecarem contra ti (pois não há homem que não peque), e tu te indignares contra eles e os entregares ao inimigo, de modo que os levem cativos para a terra do inimigo, longe ou perto;
47contudo, se eles se arrependerem na terra para onde foram levados cativos, e se converterem, e te fizerem súplicas na terra dos que os levaram cativos, dizendo: ‘Pecamos e agimos perversamente; cometemos iniquidade’,
48se eles se voltarem para ti de todo o seu coração e de toda a sua alma, na terra dos seus inimigos que os levaram cativos, e orarem a ti voltados para a sua terra, que deste aos seus pais, para a cidade que escolheste e para a casa que construí para o teu nome,
49então ouve a sua oração e a sua súplica nos céus, o lugar da tua habitação, e defende a sua causa;
50e perdoa o teu povo que pecou contra ti, e todas as suas transgressões com que transgrediram contra ti; e concede-lhes misericórdia diante daqueles que os levaram cativos, para que tenham compaixão deles
51(pois eles são o teu povo e a tua herança, que tiraste do Egito, do meio da fornalha de ferro);
52para que os teus olhos estejam abertos à súplica do teu servo e à súplica do teu povo Israel, para os ouvires sempre que clamarem a ti.
53Pois tu os separaste dentre todos os povos da terra para serem a tua herança, como falaste por meio de Moisés, teu servo, quando tiraste os nossos pais do Egito, ó Senhor DEUS.”
54E aconteceu que, quando Salomão terminou de fazer toda esta oração e súplica ao SENHOR, ele se levantou de diante do altar do SENHOR, de onde estava ajoelhado com as mãos estendidas para o céu.
55Ele se pôs em pé e abençoou toda a assembleia de Israel em alta voz, dizendo:
56“Bendito seja o SENHOR, que deu descanso ao seu povo Israel, segundo tudo o que prometeu. Não falhou nem uma só palavra de toda a sua boa promessa, que ele prometeu por meio de Moisés, seu servo.
57Que o SENHOR, nosso Deus, esteja conosco, assim como esteve com os nossos pais. Que ele não nos deixe nem nos abandone,
58para que incline os nossos corações a ele, para andarmos em todos os seus caminhos, e guardarmos os seus mandamentos, os seus estatutos e as suas ordenanças, que ele ordenou aos nossos pais.
59Que estas minhas palavras, com as quais fiz súplica diante do SENHOR, estejam perto do SENHOR, nosso Deus, de dia e de noite, para que ele defenda a causa do seu servo e a causa do seu povo Israel, conforme a necessidade de cada dia;
60para que todos os povos da terra saibam que o SENHOR é Deus. Não há nenhum outro.
61“Que o coração de vocês, portanto, seja perfeito para com o SENHOR, nosso Deus, para andarem nos seus estatutos e guardarem os seus mandamentos, como se vê neste dia.”
62O rei, e todo o Israel com ele, ofereceram sacrifícios diante do SENHOR.
63Salomão ofereceu como sacrifício de ofertas pacíficas, que ele ofereceu ao SENHOR, vinte e dois mil bois e cento e vinte mil ovelhas. Assim, o rei e todos os filhos de Israel dedicaram a casa do SENHOR.
64No mesmo dia, o rei consagrou o meio do pátio que estava diante da casa do SENHOR; pois ali ele ofereceu o holocausto, a oferta de cereais e a gordura das ofertas pacíficas, porque o altar de bronze que estava diante do SENHOR era muito pequeno para receber o holocausto, a oferta de cereais e a gordura das ofertas pacíficas.
65Assim, Salomão celebrou a festa naquele tempo, e todo o Israel com ele, uma grande assembleia, desde a entrada de Hamate até o ribeiro do Egito, diante do SENHOR, nosso Deus, por sete dias e mais sete dias, totalizando catorze dias.
66No oitavo dia, ele despediu o povo; e eles abençoaram o rei, e foram para as suas tendas alegres e contentes de coração por toda a bondade que o SENHOR havia mostrado a Davi, seu servo, e a Israel, seu povo.
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